Compre Paroxetina em comprimidos na farmácia online

| Nome do produto | Paroxetina |
| Dosagem | 10 mg, 20 mg, 30 mg, 40 mg (e versões CR) |
| Princípio ativo | Paroxetina |
| Forma | Comprimidos orais |
| Descrição | Indicado para depressão, ansiedade generalizada, transtorno do pânico, TOC, fobia social, PTSD e TDPM. Ação estabilizadora do humor e ansiolítica. |
| Como comprar sem receita | Farmácia online |
A paroxetina é um dos antidepressivos inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS) mais prescritos no Brasil. Ao longo dos anos, consolidou-se como uma opção de primeira linha para tratar transtornos do humor e de ansiedade. Está disponível em comprimidos orais de liberação imediata e, em algumas apresentações, de liberação controlada (CR), permitindo um ajuste de dose individualizado. As dosagens mais comuns são 10 mg, 20 mg, 30 mg e 40 mg. No país, há ampla oferta de medicamentos de referência e genéricos, o que facilita o acesso e a continuidade do tratamento de forma econômica.
Conhecida no mercado por diferentes marcas e versões genéricas aprovadas pela Anvisa, a paroxetina é recomendada por diretrizes clínicas para depressão maior, transtorno de ansiedade generalizada (TAG), transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), transtorno do pânico, fobia social, transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) e transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM). A facilidade de encontrar o medicamento em farmácias brasileiras e o suporte de teleatendimento e orientação farmacêutica tornam a aquisição mais conveniente, com entrega em domicílio e meios de pagamento locais. Nosso parceiro logístico atende todo o território nacional, com prazos de entrega competitivos e embalagens discretas, para maior privacidade do paciente.
Preço da paroxetina
As apresentações genéricas costumam ter melhor custo-benefício em comparação às marcas de referência, mantendo a mesma eficácia e segurança, conforme normas da Anvisa. Em geral, a paroxetina em comprimidos de liberação imediata (10 mg a 40 mg) tem preços acessíveis e variam conforme região, fabricante e quantidade de unidades por embalagem. Muitos pacientes no Brasil optam pelo genérico de 20 mg, dose amplamente utilizada, como estratégia para reduzir gastos sem comprometer resultados terapêuticos.
Para contextualizar, caixas com 10 a 14 comprimidos de 20 mg costumam variar, em média, entre R$ 25 e R$ 60 no varejo, dependendo da rede e de promoções vigentes. Em embalagens maiores (por exemplo, 30 ou 60 comprimidos), o valor por unidade tende a cair significativamente, tornando o tratamento contínuo mais sustentável ao longo dos meses. Vale sempre conferir programas de descontos e genéricos com equivalência terapêutica.
Versões de liberação controlada (CR) — quando disponíveis — podem ter preço um pouco superior ao de liberação imediata, pela tecnologia empregada para liberação prolongada do fármaco ao longo do dia. Mesmo assim, comparar marcas e avaliar o preço por comprimido ajuda a escolher a opção mais adequada ao orçamento e à conveniência de uso (uma tomada diária).
Entre as concentrações, 20 mg costuma ser a mais procurada para uso diário. Em algumas redes, um combo de 60 comprimidos de 20 mg pode proporcionar economia relevante por unidade em relação a embalagens menores. Como os valores oscilam de acordo com a praça e o momento da compra, recomendamos verificar os preços atualizados e aproveitar descontos oferecidos por programas de fidelidade das farmácias.
Onde comprar paroxetina no Brasil?
Se você busca adquirir paroxetina com comodidade, é possível fazer o pedido pela farmácia online e receber no seu endereço em qualquer região do Brasil. Em nossa plataforma parceira, o processo de navegação é simplificado, com informações claras sobre dosagens, bulas e orientações de uso. Assim, você encontra rapidamente o que precisa para dar continuidade ao seu tratamento com segurança e discrição.
Atuamos com parceiros reconhecidos e uma seleção de fabricantes aprovados pela Anvisa, oferecendo suporte ao cliente e acompanhamento pós-compra. Ao longo de anos de operação digital, nosso foco tem sido garantir experiência de compra transparente, entrega ágil e atendimento humanizado, o que nos rendeu a confiança de usuários em todo o território nacional.
A farmácia online é especialmente útil para quem prefere praticidade, não consegue ir até uma loja física ou deseja comparar preços e apresentações com calma. Garantimos um ambiente de compra seguro e suporte especializado para esclarecer dúvidas sobre uso, posologia e armazenamento. Nossa equipe de atendimento está disponível para ajudar você do início ao fim do processo.
Paroxetina no Brasil
Como obter paroxetina com facilidade? O passo a passo é simples: selecione a dosagem (10, 20, 30 ou 40 mg) e a quantidade desejada, confira as informações sobre a apresentação (liberação imediata ou controlada) e conclua a solicitação no site do parceiro. Em seguida, acompanhe o envio até a entrega, com embalagens discretas e suporte ao cliente durante todo o percurso.
O que é paroxetina?
Paroxetina é um medicamento pertencente à classe dos ISRS (inibidores seletivos da recaptação de serotonina). Sua ação principal é aumentar a disponibilidade de serotonina nas sinapses cerebrais, um neurotransmissor relacionado à regulação do humor, da ansiedade e do bem-estar. Por isso, integra as terapias de primeira linha para depressão maior e diversos transtornos de ansiedade, de acordo com diretrizes nacionais e internacionais.
Os comprimidos de paroxetina são indicados para tratar transtorno depressivo maior (TDM), transtorno de ansiedade generalizada (TAG), transtorno do pânico, transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), fobia social e transtorno de estresse pós-traumático (TEPT). Em mulheres, pode ser útil no manejo do transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM). Em alguns casos, médicos também avaliam o uso off-label para ejaculação precoce, sempre com acompanhamento profissional e avaliação individual dos riscos e benefícios.
Outros usos potenciais e em investigação incluem manejo de sintomas vasomotores (como ondas de calor) e dor crônica com componente central, embora a indicação formal permaneça centrada em transtornos depressivos e de ansiedade. Sempre busque orientação médica para definir a melhor estratégia terapêutica conforme seu quadro clínico e histórico.
Paroxetina para transtornos de ansiedade
A paroxetina é amplamente utilizada para quadros de ansiedade, por seu efeito ansiolítico consistente na redução da hiperatividade autonômica e de pensamentos intrusivos. Entre as condições com boa resposta estão a ansiedade generalizada (com preocupação persistente e sintomas físicos como tensão muscular e insônia), o pânico (crises súbitas de medo intenso, palpitações, falta de ar e sensação de ameaça) e a fobia social (medo acentuado de interação social com risco de evitação). O tratamento adequado auxilia na melhora funcional e na qualidade de vida, reduzindo limitações no trabalho, nos estudos e nas relações pessoais.
Os sintomas de ansiedade variam de pessoa para pessoa e podem incluir inquietação, fadiga, distúrbios do sono, irritabilidade, dificuldade de concentração, sudorese, taquicardia e tremores. Em transtorno do pânico, as crises costumam atingir pico em minutos e provocar sensação de perda de controle e medo de novas crises, que leva à evitação. A avaliação clínica é essencial para diagnóstico correto e exclusão de causas orgânicas, com base em critérios como os do DSM-5, além da análise do impacto funcional.
Historicamente, benzodiazepínicos eram muito empregados para ansiedade, mas por risco de sedação, prejuízo cognitivo e dependência, as diretrizes atuais favorecem ISRS como a paroxetina para controle de longo prazo. O medicamento inibe o transportador de serotonina (SERT), aumentando a neurotransmissão serotoninérgica, o que favorece a modulação de circuitos de medo e estresse. A resposta clínica tende a ser gradual: muitos pacientes notam alívio inicial entre 1 e 2 semanas, com efeito pleno entre 4 e 8 semanas. Estratégias de adesão, educação do paciente e acompanhamento regular potencializam resultados.
No Brasil, você encontra paroxetina em comprimidos de 10 mg, 20 mg, 30 mg e 40 mg, além de algumas apresentações de liberação controlada. Os valores variam segundo fabricante e praça. Ao iniciar, muitos profissionais optam por doses baixas para reduzir efeitos iniciais (como náusea e sonolência), com titulação progressiva conforme resposta e tolerabilidade. Jamais ajuste dose por conta própria: converse com seu médico ou farmacêutico.
A paroxetina é uma alternativa eficaz e acessível a outras estratégias, especialmente quando se busca reduzir sintomas de ansiedade de forma sustentada. Pode ser preferida em casos de ansiedade com comorbidades depressivas, TOC ou pânico, ou quando o objetivo é evitar sedativos. Em situações específicas (como ataques de pânico frequentes), o médico pode associar, de forma temporária, outro agente para controle inicial, planejando retirada conforme a paroxetina atinge seu efeito completo.
A importância da paroxetina no tratamento da ansiedade
Embora várias opções farmacológicas existam (outros ISRS, IRSN e terapias adjuvantes), a paroxetina apresenta robusto corpo de evidências em ansiedade e comorbidades. É especialmente útil quando há sintomas somáticos proeminentes e insônia associada, graças ao seu perfil farmacodinâmico. Em contextos de maior gravidade, história de recaídas ou sintomas resistentes, o uso continuado por tempo adequado e, às vezes, combinado com psicoterapia cognitivo-comportamental (TCC), mostra-se determinante para remissão e prevenção de recaídas. Seguir o plano terapêutico e manter consultas regulares é parte fundamental do sucesso do tratamento.
Paroxetina para depressão
A paroxetina é indicada para transtorno depressivo maior (TDM), com eficácia em sintomas nucleares como humor deprimido, anedonia, fadiga e alterações de sono e apetite. Diretrizes da Associação Brasileira de Psiquiatria e de sociedades internacionais reconhecem os ISRS como opções de primeira linha, considerando eficácia, tolerabilidade e segurança. A melhora costuma surgir de forma gradual: alguns pacientes relatam pequenas mudanças no padrão de sono e energia em 1 a 2 semanas; um ganho mais evidente no humor pode ocorrer entre a 3ª e a 6ª semana, exigindo persistência e acompanhamento próximo.
A paroxetina tem outras propriedades?
Além do efeito antidepressivo e ansiolítico, a paroxetina apresenta propriedades antiobsessivas reconhecidas (no TOC) e pode auxiliar em sintomas vasomotores e disforia pré-menstrual em regimes específicos. Estudos também exploram seu impacto em dor com componente central e em condições off-label, sempre exigindo avaliação clínica rigorosa. Como qualquer ISRS, é indispensável monitorar risco de síndrome serotoninérgica quando combinada a outros agentes serotoninérgicos e observar sinais de hiponatremia, especialmente em idosos.
Paroxetina no TDPM (transtorno disfórico pré-menstrual)
Em mulheres com TDPM, a paroxetina pode reduzir irritabilidade, labilidade emocional e sintomas físicos no período pré-menstrual. A estratégia terapêutica pode envolver uso contínuo diário ou regime intermitente (apenas na fase lútea), conforme orientação médica. O objetivo é minimizar o comprometimento funcional na rotina pessoal e profissional durante os dias críticos do ciclo, com boa tolerabilidade e baixo risco de sedação diurna.
Para pacientes com sintomas cíclicos intensos que interferem no trabalho, nos estudos e nas relações, a avaliação ginecológica e psiquiátrica conjunta pode otimizar a abordagem, associando medidas não farmacológicas (higiene do sono, atividade física e plano alimentar) e acompanhamento psicoterápico. A resposta geralmente aparece nas primeiras semanas, com ajustes finos de dose para manter a efetividade com o mínimo de efeitos adversos.
Paroxetina no transtorno obsessivo-compulsivo (TOC)
A paroxetina é eficaz na redução de obsessões (pensamentos, impulsos ou imagens intrusivos) e compulsões (comportamentos repetitivos) que causam sofrimento e prejuízo. Em geral, as doses alvo para TOC tendem a ser mais elevadas do que as de depressão, e o tempo até resposta pode ser mais longo (8 a 12 semanas), exigindo paciência, adesão e acompanhamento sistemático. A combinação com TCC é altamente recomendada e melhora taxas de remissão e manutenção dos ganhos.
Em estudos comparativos, ISRS como paroxetina, sertralina e fluvoxamina mostram perfil de eficácia semelhante, variando principalmente em efeitos adversos e interações. O ajuste de dose e a avaliação de comorbidades (p. ex., depressão, ansiedade generalizada e pânico) ajudam a personalizar a escolha e a otimizar desfechos, reduzindo recaídas e reforçando o funcionamento social.
Ação
A paroxetina atua inibindo de forma seletiva o transportador de serotonina (SERT), diminuindo a recaptação do neurotransmissor e aumentando sua disponibilidade nas sinapses. Esse mecanismo modula circuitos cerebrais relacionados ao humor, à ansiedade e ao controle de impulsos. Com uso contínuo, promove neuroadaptações que sustentam a eficácia clínica e a prevenção de recaídas. A titulação cuidadosa e a adesão ao tratamento são essenciais para maximizar os benefícios e reduzir incômodos iniciais, como náusea leve e alterações do sono.
Além da serotonina, a paroxetina pode apresentar interações com sistemas noradrenérgicos e anticolinérgicos em menor grau, o que explica parte de seu perfil de efeitos (p. ex., boca seca, sudorese). Por inibir a CYP2D6, interage com medicamentos metabolizados por essa via, motivo pelo qual é crucial revisar a lista completa de fármacos do paciente antes de iniciar o tratamento.
Segurança
Milhões de pacientes no mundo fazem uso de ISRS como a paroxetina. Em geral, os eventos adversos são leves a moderados e transitórios, especialmente nas primeiras semanas. Entre os mais comuns estão náusea, sonolência ou insônia, tremor fino, boca seca, sudorese, tontura e disfunção sexual (diminuição da libido, atraso no orgasmo). Há relatos de hiponatremia, particularmente em idosos, e de aumento de risco de sangramento quando associada a AINEs, aspirina ou anticoagulantes. A paroxetina é contraindicada com IMAO, tioridazina e pimozida. Atenção também ao risco de síndrome serotoninérgica em combinações com triptanos, linezolida, tramadol e outros agentes serotoninérgicos.
Posologia da paroxetina em adultos
A dose deve ser individualizada conforme a condição clínica, a resposta e a tolerabilidade. Como orientação geral, depressão maior e TAG frequentemente iniciam em 20 mg/dia, podendo subir gradualmente até 40–50 mg/dia. Para transtorno do pânico, começa-se com 10 mg/dia por alguns dias para reduzir efeitos iniciais, e depois aumenta-se para 20–40 mg/dia. No TOC, muitos pacientes necessitam de 40–60 mg/dia. Fobia social e TEPT costumam responder a 20–40 mg/dia. Sempre siga a prescrição do seu médico e não ajuste dose sem orientação.
As apresentações de liberação controlada (CR), quando disponíveis, podem favorecer adesão, por manter níveis séricos mais estáveis e reduzir flutuações. Entretanto, a disponibilidade de CR varia conforme a região e o fabricante. Em qualquer regime, tome os comprimidos preferencialmente no mesmo horário todos os dias, com um copo d’água. Se ocorrer desconforto gástrico, experimente administrá-la com alimento, conforme orientação do profissional de saúde.
Posologia por indicação clínica
Em algumas situações clínicas, o médico pode recomendar titulações mais rápidas ou doses alvo maiores (dentro do limite seguro) para atingir a resposta terapêutica. A decisão considera gravidade dos sintomas, histórico de recaídas e presença de comorbidades, além de possíveis interações medicamentosas. O acompanhamento próximo nas primeiras semanas é importante para ajustes finos e educação sobre adesão.
Use a faixa de dose mais alta nas seguintes situações:
- quadros graves ou com elevada carga de sintomas, especialmente em TOC ou depressão resistente
- início tardio do tratamento após longo tempo de sintomas, ou quando há recorrências frequentes
- pacientes com múltiplos fatores de risco, comorbidades ou resposta insuficiente a doses iniciais
Transtorno depressivo maior (TDM)
Uma estratégia comum é iniciar com 20 mg/dia, reavaliando em 2 a 4 semanas para possível aumento gradual até 40–50 mg/dia, conforme resposta e tolerabilidade. A remissão completa é o objetivo; para consolidá-la, recomenda-se manter o tratamento por, no mínimo, 6 a 12 meses após a melhora significativa, a fim de reduzir o risco de recaída. Em casos de depressão recorrente, o médico pode discutir tratamento de manutenção por prazos maiores.
Transtorno do pânico
Inicie tipicamente com 10 mg/dia por alguns dias, subindo para 20 mg/dia e, se necessário, incrementos de 10 mg até 40 mg/dia. Doses iniciais mais baixas atenuam efeitos como agitação e desconforto gastrointestinal. O uso sustentado por vários meses é usual para consolidar a remissão e minimizar retorno de crises. Em pacientes sensíveis, o médico pode associar medidas comportamentais para manejo de gatilhos e evitar evitação.
Como tomar paroxetina
Tome a paroxetina uma vez ao dia, preferencialmente no mesmo horário. Engula o comprimido com um copo cheio de água. Evite interromper abruptamente o tratamento, pois isso pode causar sintomas de descontinuação (tontura, parestesias, insônia, irritabilidade). Se esquecer uma dose, tome assim que lembrar — mas se estiver perto do horário da próxima, pule a esquecida. Não dobre doses.
Jamais inicie ou interrompa a paroxetina sem orientação. Para avaliar resposta, o médico considerará sua evolução clínica, grau de melhora e eventuais reações adversas. Caso seus sintomas persistam apesar do uso adequado, pode ser necessário ajustar a dose, associar psicoterapia ou considerar alternativas farmacológicas.
Gravidez e amamentação
Diretrizes recomendam cautela no uso de paroxetina na gestação, especialmente no primeiro trimestre, devido a relatos de aumento de risco de malformações cardíacas. Em mulheres grávidas ou que pretendem engravidar, o médico avaliará caso a caso, ponderando riscos e benefícios e, quando indicado, considerando outras opções. Durante a lactação, a decisão de usar paroxetina deve considerar a saúde materna e os potenciais efeitos no lactente, com monitoramento próximo.
Dicas do farmacêutico para uso da paroxetina
Tome diariamente no mesmo horário e mantenha a regularidade. Efeitos terapêuticos podem demorar algumas semanas para se consolidar; não desanime nos primeiros dias. Em caso de náusea, experimente tomar com alimento e informe seu médico se os sintomas persistirem.
Para depressão e ansiedade, a remissão e prevenção de recaídas dependem da continuidade do tratamento pelo tempo adequado. O profissional pode solicitar retornos para reavaliar dose, checar efeitos adversos e reforçar medidas não farmacológicas (sono, atividade física, alimentação, manejo do estresse).
Se você usa anticoagulantes (como varfarina) ou AINEs regularmente, avise seu médico, pois há risco aumentado de sangramento com ISRS. Informe também se usa outros medicamentos que atuem na serotonina (p. ex., triptanos, tramadol) para evitar síndrome serotoninérgica.
Precauções de segurança
Não use paroxetina se tiver hipersensibilidade ao fármaco, se estiver em uso de IMAO, ou com tioridazina e pimozida (combinações contraindicadas). Respeite intervalos de segurança ao trocar de/para IMAO (em geral, 14 dias).
Evite álcool em excesso, pois pode potencializar sedação e prejudicar a avaliação de efeitos. Ao iniciar o tratamento, evite dirigir se sentir tontura ou sonolência.
Use com cautela em quem tem histórico de transtorno bipolar (risco de virada maníaca), glaucoma de ângulo fechado, hiponatremia, distúrbios hemorrágicos, doença hepática/renal e em idosos. Discuta doenças pré-existentes, potenciais efeitos e dúvidas com seu médico ou farmacêutico.
Efeitos colaterais da paroxetina
Como todo medicamento, a paroxetina pode causar efeitos adversos, embora nem todas as pessoas os apresentem. Em geral, eles são leves e transitórios nas primeiras semanas. Fique atento a sinais de reações alérgicas graves (inchaço, urticária, chiado no peito, dificuldade para respirar) e procure atendimento imediato se ocorrerem.
Outros possíveis eventos incluem hiponatremia (especialmente em idosos), alterações de enzimas hepáticas, disfunção sexual, aumento do risco de sangramento (em associação com AINEs/aspirina/anticoagulantes) e síndrome serotoninérgica quando combinada a outros agentes serotoninérgicos. A intensidade e o perfil de efeitos podem variar conforme a dose e a condição clínica tratada.
Os efeitos colaterais e sua probabilidade podem diferir de acordo com a indicação (depressão, ansiedade, TOC, pânico) e se há comorbidades ou outras medicações em uso concomitante. Acompanhe os primeiros dias com atenção e reporte sintomas persistentes.
Sintomas por tipo de condição
Nos primeiros dias de uso (efeitos comuns de início de tratamento), possíveis sintomas incluem:
- náusea e desconforto gástrico
- sonolência ou, ao contrário, insônia transitória
- tontura ou sensação de cabeça leve
- boca seca
- sudorese aumentada
- tremor fino
- redução da libido ou dificuldade no orgasmo
Em situações de dose elevada, interações medicamentosas ou maior sensibilidade, podem surgir:
- agitação, ansiedade ou inquietação
- dor de cabeça
- fraqueza ou fadiga
- dores musculares ou nas articulações
- perda de apetite, náuseas persistentes
- dor abdominal superior ou inferior
- tosse ou irritação na garganta
- falta de ar
- queda da pressão arterial ao levantar
- desmaios ou tontura ao ficar em pé
- calafrios ou sensação febril
- tontura recorrente
- palpitações
No transtorno do pânico, nas primeiras semanas pode ocorrer:
- exacerbação transitória da ansiedade, geralmente breve e manejável com ajuste de dose
Em sinais compatíveis com síndrome serotoninérgica ou hiponatremia, procure ajuda imediata se houver:
- coceira intensa, urticária ou erupções
- dor muscular ou rigidez muscular anormal
- febre alta
- náusea intensa ou vômitos persistentes
- aumento de linfonodos (gânglios) ou dor à palpação
- inchaço em mãos, tornozelos ou pés
- diarreia importante
- tontura intensa
- pressão baixa
- desmaio ao ficar em pé
- batimento acelerado
- dor de cabeça intensa ou confusão
- hiperreflexia, tremores, agitação
- visão turva ou sensibilidade à luz
- sonolência extrema ou piora súbita dos sintomas
Notificação de efeitos adversos
Caso perceba qualquer efeito colateral, comunique seu médico ou farmacêutico. Você também pode notificar eventos adversos por meio dos canais oficiais (como o Notivisa/Anvisa). Esse acompanhamento ajuda a aprimorar a segurança do uso de medicamentos no Brasil.
Interações da paroxetina com outros medicamentos
A paroxetina pode interagir com diversos fármacos e suplementos. Informe sempre ao médico e ao farmacêutico tudo o que você utiliza — medicamentos com e sem receita, fitoterápicos, vitaminas e produtos naturais. Algumas interações aumentam o risco de efeitos graves (p. ex., síndrome serotoninérgica) ou alteram a eficácia de um dos tratamentos. Em geral, com monitoramento e ajustes, a maioria das combinações pode ser gerenciada com segurança.
Alguns medicamentos que podem interagir com paroxetina incluem:
- IMAO (ex.: tranilcipromina) e agentes como linezolida ou azul de metileno
- triptanos (para enxaqueca) e tramadol
- tioridazina e pimozida (combinações contraindicadas)
- anticoagulantes e antiagregantes (ex.: varfarina, aspirina, AINEs)
- fármacos metabolizados por CYP2D6 (ex.: tamoxifeno, alguns antipsicóticos e beta-bloqueadores)
Esta lista não é exaustiva. Mantenha uma relação detalhada de todos os medicamentos que você usa e compartilhe-a com o médico e o farmacêutico para minimizar riscos de interações prejudiciais.
Recomendações dos nossos especialistas
A saúde mental merece atenção contínua. Se você e seu médico considerarem a paroxetina apropriada para o seu caso, mantenha o acompanhamento regular e siga a posologia conforme prescrição. Crie uma rotina saudável com boa higiene do sono, atividade física e suporte psicoterapêutico quando possível. Nosso time está pronto para ajudar você a encontrar a apresentação adequada e tirar dúvidas sobre uso, armazenamento e entrega.
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